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Reflexões sobre uma teoria de design

Nuñez Diban, David Omar; Dutra da Silveira Neto, Walter

Actas de Diseño nº 28

Actas de Diseño nº 28

ISSN: 1850-2032

XIV Encuentro Latinoamericano de Diseño “Diseño en Palermo” X Congreso Latinoamericano de Enseñanza del Diseño Comunicaciones Académicas

Julio 2019. Año 14. Nº28. Buenos Aires, Argentina | 260 páginas

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Resumo: O Presente artigo traz por objetivo refletir sobre formalização do Design como ciência. Para tal finalidade, são discutidas algumas características fundamentais do Design e como elas podem contribuir para a consolidação de suas ações metodológicas de modo que a emoldurar-se no âmbito da abordagem cientifica. Não há pretensões de uma definição final do que é do Design, visto que isto pode atentar contra sua grande capacidade de adequação as circunstâncias sócio temporais, em que ele atua. Finalmente, conclui-se ratificando que suas peculiaridades fazem dele tão diferente que deva ser admitida como uma ciência com abordagem muito particular.

Palavras chave: Design - Ciência - Metodologia - Práxis - Teoria.

[Resumos em espanhol e inglês e currículo em p. 50]

Concepções de Design como Ciência Desde a sua consolidação como uma área de conhecimento e atuação profissional, a busca de definições objetivas sobre o Design, faz com que sejam criadas as mais diversas teorias para a sua conceituação, iniciando com o entendimento do Design como uma “mistura” de disciplinas.

Por tanto, fica realmente difícil defini-lo como uma única ciência, mas uma composição entre as ciências que convergem no seu campo de atuação. Baseado neste contexto busca-se uma reflexão através de textos de autores que abordam questões das caracterizações científicas sobre Design e seu campo de atuação.

O Design em sua atividade disciplinar caracteriza-se não somente pela geração de um conceito, mas principalmente pela definição do objeto, no seu, mas amplo espectro, entendido como o elemento não necessariamente material, assim como suas qualidades imateriais.

Bomfim (1994) aponta, historicamente, a evolução do design como profissão, iniciada através de seus artesãos, que dominavam a produção artesanal de objetos únicos e posteriormente a preocupação das primeiras academias de arte para a qualificação de profissionais para o desenvolvimento de formas, onde mais adiante se configura a substituição da arte por uma abordagem mais sistêmica devido à industrialização dos produtos.

Surgindo assim, as primeiras escolas de design, como a Bauhaus na Alemanha, que já se preocupava com teorias de forma e cor que iriam substituir o sentimento artístico no processo criativo. Para isto pode ser analisada a comparação entre os processos artesanais e industriais. Ainda segundo Bomfim (1994), vinte anos mais tarde, a tradição da Bauhaus foi substituída pela introdução de disciplinas que iriam somar na concepção de novas formas/produtos.

Com o surgimento da escola de Ulm, as abordagens técnicas, no âmbito do conhecimento correlacionado à produção de “novos produtos”, ratificaram a base do campo de conhecimento do que hoje entendemos como design. E, é a partir de aqui que se diferenciam as atividades entre o artesanato e o design, tendo como elemento chave dessa diferenciação a utilização das metodologias, por paetê do design, a seu favor.

Vê-se então o contexto complexo que dificulta poder definir o design no âmbito da ciência, já que ele se consolida como resultado da soma de diversas áreas, Brandão (2002) aponta muito claramente em seu texto a necessidade de uma reflexão sobre a “flexibilização das fronteiras entre as áreas do conhecimento”, pois sendo o design uma “mescla” entre várias disciplinas, como defini-lo como uma ciência? Esta pergunta talvez não tenha uma reposta, já que o design é um campo que não possui fronteiras claramente definidas, porém seu campo de atuação estará delimitado pela “demanda” que o coloca em ação. E essa flexibilidade que pode ser destacada como uma de suas grandes características, o que lhe permite sua transição e integração de conhecimentos visando um objetivo comum a um fim previamente definido, independentemente de sua natureza. Isto quer dizer, que não há um condicionamento oriundo dos parâmetros inicias da “demanda” que delimitem o campo de atuação do design. Dessa forma, a formulação de uma resposta exata e objetiva para esta pergunta, inicia-se com a formulação de teorias que apontem determinadas subáreas do design, susceptíveis de definição, permissíveis de articulação, para a elaboração de um conceito maior. A busca em formular estas teorias é demonstrada por Bomfim (1994) na sua preocupação com o desenvolvimento de cursos “stricto sensu” que focam como tema de desenvolvimento a “teorias do design”, com o objetivo principal em fazer com que os pesquisadores formulem, cada vez mais, teorias que contextualizem o design dentro de áreas específicas, no campo das ciências sociais aplicadas.

A formação do campo do design, como é conhecida atualmente, ainda não completa um século de existência, o que poderia delimitar sua consolidação como campo científico. Porém, se analisarmos na história do ser humano, a aplicação de seus princípios de projeto, remontam-se aos primórdios da humanidade, o que lhe confere uma maturidade para sua materialização como área de conhecimento científico. Somando a isto, o fato das ciências basearem-se no desenvolvimento de conhecimento através de práticas sistêmicas, conferem ao design uma qualificação para essa classificação. Sendo mais específico, a atividade conferida ao design, não fica claramente definida pela sua objetividade no campo de atuação, porém o é pela sua flexibilidade no trânsito na amplitude do conhecimento e pela sua sistematização nos procedimentos adotados, o que lhe confere uma possibilidade na conferência das soluções principais, fundamental na busca da veracidade das ações e resultados atingidos.

Em outras palavras, a objetividade almejada pelo design diz respeito as metas inicialmente traçadas e não dos caminhos a serem percorridos, visto que as definições desses percursos passam pelo processo de sistematização do próprio design.

Atualmente, algumas críticas recaem no design, tentando descaracterizá-lo no âmbito das ciências justamente por essa ampla flexibilização, não a assumindo como uma supra característica da área, conforme já exposto. Mas, como foi mencionado, o design enquadra-se no campo das ciências sociais aplicadas, por lidar com aspectos amplamente subjetivos advindos dos campos sociais e pela aplicabilidade das ciências exatas e da saúde. Dessa forma, a flexibilização na sua atuação passa de desvantagem, a quesito fundamental que lhe confere uma ampla capacidade na articulação de conhecimentos, gerando-os com base a aplicações sistêmicas, tendo-se como resultado um “produto”, que se entenda como a consequência de um raciocínio organizado materializado nem sempre em um objeto físico, mais amplamente compreensível sob o conceito de sistema. O desafio nesse instante se refere a que a capacidade de flexibilização é entendida como um elemento carente de começo, meio e fim, em outras palavras, difuso. No entanto se remetermos a essência da definição do que é flexibilidade, encontraremos atributos altamente elogiáveis como destreza, agilidade, aptidão para várias coisas e compreensão. Por tanto, flexibilidade não é sinônimo de ambiguidade, inclusive caso existe uma base para complexidade, esta possui os elementos necessários para sua compreensão. Dessa forma, a característica de flexibilidade lhe confere ao design uma habilidade de gerenciar qualquer desafio que exija uma solução prospectiva que envolva os seres humanos, independente do campo de atuação dos elementos contextualizadores e meio ambiente no qual eles se desenvolvem e interagem.

Portanto, o designer, na medida em que vai dominando técnicas e tecnologias esboça, através de suas linguagens, a configuração e geração de meios e mídias, com a intenção de fundamentar critérios eficazes para propiciar, assim como as outras ciências, qualidade de vida e bem- -estar. Consequentemente, Bomfim (1994) aponta que o desenvolvimento de uma teoria do design poderia ser através do princípio indutivo, onde a atuação do designer inserido no ciclo entre a teoria e práxis, estaria concentrada principalmente na solução de problemas específicos e concretos, o que lhe confere uma postura que permitam de serem comprovadas suas ações e/ou resultados.

Questões superficiais sobre uma teoria do Design O que muito se observa na literatura sobre design, é que em sua maioria é exigido do autor uma definição do que é design, e essa indefinição ou uma definição ampla do tema nos leva a questões de cunho culturais, o que na maioria das vezes gera uma dispersão, influência da cultura arraigada em cada um de nós, e consequentemente uma percepção muito particular sobre o que é design, quando ele é aplicado, então como definir um bom ou mal design? Bonsiepe (1997) considera importante na definição do design sua característica de interfase, não entendido como mediador, mas como ente que permita a comunicação efetiva entre as partes, consolidando os meios e recursos, sejam materiais ou imateriais para que isso aconteça, é inegável que a postura do design perante a demanda, busca na sua contextualização social elementos chave para atendê-la. Os grupos sociais constituintes das culturas definem os traços que o design deverá incorporar para a construção e aplicação do conhecimento específico.

Por esse motivo, pensarmos em uma teoria aprofundada gerada pelo design não é palpável, porque ela deve ser analisada pelos resultados atingidos contextualizados cronologicamente na história do ser humano, especificamente no século XX em diante. Em certa forma, a sua teorização encontra-se permeada nos atos dos indivíduos inseridos em seus respectivos contextos sócias ao interagir como os elementos do seu entorno de convivência. De forma mais clara, se buscarmos um livro sobre teoria do design, encontraremos nos seus conteúdos, normalmente, o relato de fatos e produtos, o que lhe poderia estar conferindo uma abordagem meramente superficial que dificultariam enquadrar o design como ciência. Porém, se analisarmos cada “produto” dentro de seu contexto histórico, poderá ser vislumbrada a relevância desse fato para essa determinada época do desenvolvimento social na vida do ser humano. Esse conhecimento pode ser pouco levado a sério pelo fato de ser apresentado fora dos padrões mais convencionais das ciências tradicionais.

Nessas apresentações não são visualizadas as teorias, conceitos, desenvolvimentos, testes, verificações e aplicações, apresentando-se só o resultado ou resposta a uma problemática dada pela sociedade. O que de fato acontece é que existem certos procedimentos tradicionalmente consagrados que são utilizados nas abordagens cientificas e que não se enquadram totalmente dentro dos procedimentos adotados no campo do design, dadas suas características de lidar no limiar entre a objetividade e a subjetividade das relações humanas. No entanto é de suma importância que a evolução cientifica incorpore abordagens “pouco ortodoxas” que auxiliem à consolidação de novos campos de conhecimento, sobretudo quando são áreas que abordam os fenômenos socioeconômicos desde diversas perspectivas simultaneamente. O que não o isente de apresentar resultados comprováveis, o “produto”. Por tanto, ao ser exposta a qualidade de flexibilidade do design, lhe confere um comportamento atípico e mutante, exigindo da mesma forma uma análise de seus resultados de forma particular, já que estes podem ser apresentados em conceitos, sistemas e objetos bidimensionais e tridimensionais, que possuem uma instrumentalização analítica diferenciada e em alguns casos complexa. Porém, existem algumas questões que deverão ser esclarecidas, para que o design passe a ser aceito como ciência. Uma delas diz respeito à busca que defina onde está seu apelo científico e onde o seu apelo gráfico (Cross, 2001). E uma segunda questão está relacionada à capacidade do resultado de suas ações vir a ser um sistema comprovável, verificação por parte do resultado esperado para suas ações, mas está questão deve ser ponderada para evitarmos o enrijecimento das próprias ações do Design (Bonsiepe, 2011).

A construção dos processos adotados pelo design, para cada demanda específica, baseia-se na compilação e analise diacrônica e sincrônica dessa demanda. Essa analise se projeta a um patamar temporal que ultrapassa o tempo atual, fazendo projeções para um instante cronológico que estará por vir. Em outras palavras, trata-se de um olhar tríptico: ontem, hoje e amanhã. Este espectro temporal é uma característica presente em muitos campos científicos, por citarmos alguns exemplos, a Psicologia e Medicina baseiam-se no histórico clinico (lapso de tempo), já no campo das ciências exatas, é utiliza a variável tempo. E o fato de o design fazer projeções em um tempo inexiste? Não o desqualificaria nesse quesito, se analisarmos o campo da meteorologia, ela também faz projeções, e não por isso deixa de ser ciência.

O fato de lidar com seres humanos tem exigido cada vez mais o trabalho multidisciplinar e suporte de áreas especificas com as da saúde, que fornecem seu baseamento cientifico para fundamentar as soluções trazidas pelo design. Para que isto aconteça, o design não faz uma simples compilação de dados e inserção e apresentação organizada em um novo produto. O design tem-se apropriado do ferramental consagrado de outras áreas cientificas, modificando-as a seu olhar prospectivo, no intuito de dar veracidade e confiabilidade a seus resultados.

Assim, o processo de análise da atividade e sua comparação com a análise da tarefa, destaca as lacunas existentes entre o ser humano e seu entorno “material”, de uma forma cientificamente estruturada.

Fazendo uma análise a partir dos resultados obtidos pelo design, teremos proposições de alto grau de complexidade, que se tratarmos de rotular sob uma única perspectiva ficaria na superficialidade. Por exemplo, se analisarmos objetos como os aparelhos de telefonia móvel (popularmente conhecido como celular) temos um conjunto de soluções tecnológicas que não ficam restritas aos materialmente perceptível, existem elementos imateriais e intangíveis que são percebidos pelo ser humano.

Lidar com essa complexidade demanda o domínio de diversos campos de conhecimento cientifico que fogem ao domínio do design, mas não o impedem de atender à sua demanda.

Por tanto, conforme ao exposto, lidar com sistemas complexos, situações em constante mudança e todas suas implicações que trazem para dentro do campo de atuação do design, exigem que ele possua uma organização interna que lhe permita atingir resultados que serão validados pelo seu demandante como satisfatórios ou não. Na essência do design, as certezas vão sendo elaboradas em uma sequência única e efêmera, dadas essas duas condições, previamente citadas. O baseamento teórico-prático é estruturado segundo um planejamento e não deixado ao acaso, como se pode supor que o design o faz, quando evoca à criatividade. O fato de utilizar um planejamento único, e que por sua vez não pode ser reproduzido em outras circunstâncias de projeto diferentes, o tornam efêmero e não o desqualificam como procedimento não cientifico. As metodológicas aplicadas nas diversas ciências têm abordagens diversas, como qualitativas, quantitativas, exploratórias, indutivas, dedutivas entre outras, abordagens que não são alheias as metodologias utilizadas pelo design. O fato de o design utilizar metodologias para se desenvolvimento teórico prático obedece a um posicionamento cientifico, que visa atingir um resultado de forma estrutura e organizada sem perder o foco da meta a ser atingida, e ao mesmo tempo, contemplando possíveis adversidades advindas do meio em que acontece esse conhecimento. Teorizar sobre design, sem ter uma guia, o levaria a trilhar um caminho no qual não se visualiza um sentido para segui-lo. Por outro lado, teorizar sobre design de forma guiada, não significa que este processo ficar enrijecido em um sentido único, porque o definir uma meta ou objetivo, não é optar por um sentido único, e sem por optar por um fim comum.

Assim, o processo pode trilhar caminhos com estágios divergentes e convergentes, em concordância temporal a sua proposição teórica ou conceitual, modificando-se e atualizando-se constantemente visando atingir seu objetivo. Mas qual é seu objetivo primordial? Como inúmeras vezes foi relatado, o design foca seus esforços em promover o bem-estar do indivíduo através da oferta de soluções para seus “problemas”. E se comparado aos outros campos do conhecimento cientifico humano, ele não difere do objetivo traçado por estes outros.

Considerações finais Fica evidente que hoje não se podem determinar os limites do design, pois o que é produzido pelo design é passível de imprevistos advindos dos agentes interventores, entendido como os seres humanos envolvidos na concepção de seus processos, como beneficiários de seus resultados. Por consolidados que sejam os conhecimentos entre a teoria e a prática, os resultados obtidos no agir do design poderão ser sempre surpreendidos por novas intervenções, e estas não possuem delimitações absolutas e exatas, por depender constantemente da evolução e comportamento sociocultural do ser humano em seu agir cotidiano.

Então, como primeira premissa pode-se partir de uma interpretação do texto de Brandão (2002), no qual o principal aspecto de distinção entre o design e as ciências tradicionais, é entender que o design propõe o que ainda não existe, enquanto que os cientistas se baseiam em leis já comprovadas e que regem a realidade atual. Os designers projetam suas metas e objetivos a contextos sócio temporais que atendam os desafios propostos a eles. Os quais virão propondo releituras a problemáticas atuais, novas formas, novos sistemas de produtos, um futuro sempre diferenciado, mesmo que ambos se fundamentam em hipóteses, a hipótese do design difere-se do que é apontada pela práxis científica tradicional, precisando para isso uma análise ontológica do próprio design, para a construção de seus mecanismos científicos que o validem nas suas peculiaridades. Porém, um desafio latente e confrontar a desqualificação do design como ciência, pela baixa produção teórica por extenso e detalhada (entenda-se escrita entre outras formas). E, pela crítica sobre esse quesito que pela falta do conhecimento aprofundado que o design desenvolve (por não ser relatado) para atingir suas soluções, tornam-se ambíguas, sobretudo quando o design possui uma curta idade como área de conhecimento humano, e por capacidade de atuação ampla e irrestrita.

Referências Bibliográficas Bomfim, G. A. (1994). Sobre a Possibilidade de uma Teoria do Design.

Em Anais do P&D Design, 94, 15-22.

Bonsiepe, G. (2011). Design, Cultura e Sociedade (1ª ed.). Brasil: Edgard Blücher.

Brandão, C. R. (2009). A educação como cultura (1ª ed.). Brasil: Mercado de Letras.

Cross, N. (2001). Designerly ways of knowing: design discipline versus design science. Design Issues, 17(3), 49-55 Resumen: El presente artículo reflexiona sobre la formalización del Diseño como ciencia. Para esto, se discuten algunas características fundamentales del diseño y su contribución al abordaje científico.

No hay pretensión de desarrollar metodologías vinculadas al diseño como ciencia, ya que esto atentaría contra la capacidad de adaptación a circunstancias socio-temporales que presenta la disciplina.

Por último, resulta evidente que las características del diseño son tan disímiles que debería ser admitido como una ciencia con un enfoque específico.

Palabras clave: Diseño - Ciencia - Metodología - Praxis - Teoría.

Abstract: The present article aims to reflect on the formalization of Design as a science. For this purpose, some fundamental characteristics of the Design are discussed and how they can contribute to the consolidation of their methodological actions so that it is framed within the scope of the scientific approach. There is no pretense of a final definition of what Design is, as this may undermine its great adaptability to socio-temporal circumstances in which it operates.

Finally, it is clear that it confirms that their particularities make it so different that it must be admitted as a science with a very particular focus.

Keywords: Design - Science - Methodology - Praxis - Theory.

(*) David Omar Nuñez Diban. Possui graduação em Diseño Industrial pela Pontificia Universidad Católica Del Peru (1994), mestrado em Engenharia de Produção pela Universidade Federal de Santa Catarina (2000) e é doutorando no Programa de Pós-Graduação em Engenharia de Produção da Universidade Federal de Santa Catarina (2011).

Atualmente é professor titular do Curso de Design da Universidade do Estado de Santa Catarina - UDESC. Tem experiência na área de Desenho Industrial, com ênfase em Desenho de Produto. Atuando principalmente nos seguintes temas: Design, Fractal, Metodologia, Método e Ergonomia. Walter Dutra da Silveira Neto. Possui graduação em Tecnologia em Processamento de Dados pela Universidade Católica de Pelotas (1994), mestrado em Engenharia de Produção pela Universidade Federal de Santa Catarina (2001) e doutorado em Design pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (2010).

Atualmente é professor titular do Curso de Design da Universidade do Estado de Santa Catarina - UDESC. Tem experiência na área de Desenho Industrial, com ênfase em Computação Gráfica - ambientes - 2D e 3D - atuando principalmente nos seguintes temas: design, software, animação, computação, modelagem e Realidade Virtual.


Reflexões sobre uma teoria de design fue publicado de la página 47 a página50 en Actas de Diseño nº 28

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