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Imaginário do mangá. Por que os jovens brasileiros lêem mangá?

Lima de Faria, Mônica

Actas de Diseño Nº4

Actas de Diseño Nº4

ISSN: 1850-2032

II Encuentro Latinoamericano de Diseño "Diseño en Palermo" Comunicaciones Académicas. Julio y Agosto 2007, Buenos Aires, Argentina

Año II, Vol. 4, Marzo 2008, Buenos Aires, Argentina. | 257 páginas

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Este trabalho a apresenta o resultado de entrevistas feitas com jovens brasileiros, a fim de descubrir alguns dos possíveis motivos do consumo de mangá –quadrinhos japoneses– no Brasil. As análises das entrevistas foi elaborada a través das persp

Esta pesquisa é um capítulo de uma dissertação de Mestrado em Comunicação Social entitulada Pós-Modernidade nas Imagens dos Mangás, defendida em Janeiro de 2007 na Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul. Trata-se de um estudo qualitativo e descritivo, que se baseia numa metodologia de interpretação hermenêutica sugerida por Thompson (1995). A parte apresentado a seguir expõe a análise de depoimentos de leitores de mangá –histórias em quadrinhos japonesas – para um melhor entendimento do motivo de consumo deste no Brasil.

Com as transformações culturais pelas quais passamos, do modernismo ao contestado pós-modernismo, estudar o mangá, obra de outra cultura que vem criando nichos de mercado e culturas no Brasil, transformando o imaginário de quem o lê, pode ajudar na compreensão dos fenômenos modernos e pós-modernos na nossa sociedade. Tudo isso torna este trabalho relevante para toda uma comunidade de comunicadores e afins, que precisam compreender o espaço onde estão inseridos para poderem agir sobre ele.

Os depoimentos foram coletados sob a forma de entrevista despadronizada em profundidade, conforme indicada para a pesquisa qualitativa por Bardin (1977). As entrevistas ocorreram individualmente, e foram analisadas com o enfoque da hermenêutica de profundidade, de acordo com Thompson (1995).

O conjunto de entrevistados constituiu-se de sete sujeitos, sendo três estudantes universitários, uma estudante com Ensino Médio completo e três estudantes de Ensino Médio.

Todos os entrevistados encontravam-se na faixa etária entre 15 e 25 anos.

A razão dessa escolha atem-se ao fato de que os desenhos animados e as revistas em quadrinhos japonesas em questão são consumidas, geralmente, por sujeitos dessa faixa de idade (Luyten, 2000), que têm, portanto, familiaridade com os mangás. Foram excluídos das entrevistas professores e especialistas em mangá, para não induzir respostas altamente especializadas. A análise foi dividida em quatro categorias: perspectiva axiológica, perspectiva da comunicação, perspectiva estética e perspectiva do imaginário.

Analisadas as respostas dos entrevistados, constatou-se alguns dos possíveis motivos de consumo do mangá no Brasil, dados relevantes a serem observados no meio acadêmico, uma vez que os mangás compreendem opiniões das mais diversas: favoráveis, contrárias, de valores e morais diferentes, uma vez que é estudado um produto que não é oriundo da cultura ocidental, mas sim de uma cultura oriental da qual se tem apenas percepções e noções, que são passadas através dos meios de comunicação em geral.

Esta conferencia fue dictada por Mônica Lima de Faria (Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul- PUCRS. Brasil) el miércoles 1 de agosto en el 2º Encuentro Latinoamericano de Diseño 2007, Facultad de Diseño y Comunicación, Universidad de Palermo, Buenos Aires, Argentina.


Imaginário do mangá. Por que os jovens brasileiros lêem mangá? fue publicado de la página 113 a página113 en Actas de Diseño Nº4

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