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Habitáculo veicular: percepções de design e ergonomia

Muniz Ribeiro, Talita; Drummond Câmara, Jairo José; Castro Engler, Rita

Actas de Diseño Nº7

Actas de Diseño Nº7

ISSN: 1850-2032

IV Encuentro Latinoamericano de Diseño "Diseño en Palermo" Comunicaciones Académicas Julio 2009, Buenos Aires, Argentina

Año IV, Vol. 7, Julio 2009, Buenos Aires, Argentina. | 263 páginas

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Introdução

Este artigo tem como objetivo informar e verificar particularidades da prática do design automotivo em relação ao atendimento das necessidades e anseios dos usuários de veículos, através de dados históricos dos temas pertencentes a uma pesquisa de Iniciação Científica visando à análise do interior do automóvel sob a ótica de Design.

Através de uma revisão da história do automóvel a partir do modelo T de Ford, serão abordados com o olhar da ergonomia diversos pontos que devem ser observados no projeto de um habitáculo veicular.

O homem se encontra em uma permanente busca por novos meios de transportar pessoas e cargas. O automóvel é um objeto que evoca liberdade, desejo e conforto, é considerado um dos maiores inventos da modernidade.

A forma dos automóveis deve corresponder a um compromisso entre o ideal, o viável, o desejável e o economicamente possível. Esse compromisso deve ser as sumido por uma equipe de profissionais e não é mais responsabilidade única dos engenheiros e designers.

O automóvel tem afetado profundamente não somente o desenvolvimento econômico e as transformações dos meios produtivos, mas também o modo de vida da sociedade, o meio ambiente e a configuração da arquitetura e dos espaços urbanos. Trata-se de um elemento emblemático que relaciona os referências culturais dos indivíduos e grupos sociais.

Muito mais que utilitário, de uma maneira geral, o automóvel passou a ser um objeto de desejo do homem, que vê nele um símbolo de status e poder. Mais que um meio de transporte, o carro é hoje fundamental no lazer.

História do desenvolvimento do interior automotivo

No começo do século XX os automóveis eram basicamente conjuntos de maquinaria rudimentar unidos sem qualquer preocupação estética, nos quais os passageiros viajavam sem conforto, expostos à poeira e às intempéries do tempo.

Atualmente, os automóveis mudaram tão radicalmente quanto o seu impacto na sociedade.

O desenho dos automóveis é resultado de múltiplas influências: desde os ditames da moda até ao progresso tecnológico, que aumentaram a eficiência e reduziram o tamanho dos veículos; dos primitivos processos de fabricação até à aerodinâmica, do rigor da legislação, sem esquecer do controle de gastos até a satisfação dos anseios de cada nova geração de consumidores de automóveis.

O automóvel moderno é resultado de um processo evolutivo, no qual seu antecessor era a carruagem, o carro puxado a cavalos, onde foi inserido um motor a vapor.

Ele é o resultado de progressos e retrocessos, tendências e limitações desenvolvidas por técnicos, designers e legisladores.

Desde o seu nascimento, a partir de experiências casuais de pequenos grupos de inventores, consistia inicialmente num objeto de diversão ao alcance apenas das classes abastadas, converteu-se num benefício para milhões de pessoas, e num meio de locomoção essencial.

As primeiras mudanças importantes relacionadas ao interior ocorreram mais antes da passagem do século XIX para o XX no ano de 1898, no qual surgiu o Renault Panhard.

Renault construiu um automóvel com carroçaria fechada, embora apenas quinze anos mais tarde, os automóveis tenham passado a oferecer aos seus ocupantes uma proteção completa contra as más condições atmosféricas.

Foi nesta mesma época que o volante começou a substituir a barra guiadora.

Os primeiros automóveis eram altos, o motorista e os passageiros viajavam sobre a maquinaria, com pouca carroçaria à sua volta.

O ano de 1908 foi marcado pelo primeiro carro produzido em linhas de montagem no mundo, o modelo T da Ford, o Tin Lizzie, se tornando um marco na história do século XX.

O automóvel foi criado na Europa e aperfeiçoado nos Estados Unidos e durante os dezenove anos da produção do modelo T, a indústria americana percebeu a importância de melhorar o automóvel, pois os consumidores estavam ávidos por mais conforto.

Esforços foram desenvolvidos para tornar os veículos mais confortáveis e confiáveis. A distância entre os eixos foi aumentada e os bancos de trás foram deslocados mais para frente, para que os passageiros não tivessem de suportar todos os incômodos movimentos do eixo posterior situado precisamente sob os assentos, tornando- se desta forma mais cômodos.

Em 1914, foram adaptados os bancos reguláveis para o motorista e, em 1917, alguns dos poucos automóveis fechados já dispunham de aquecimento. A mudança automática de luzes surgiu pela primeira vez em 1921, num modelo americano, e, por volta de 1922, os automóveis já apresentavam, na sua maioria, um indicador do nível de gasolina. No início dos anos 20, os americanos deslocaram o freio de mão e a manopla para o centro do automóvel, para que estes não obstruíssem a porta do motorista. Com o tempo estas inovações foram introduzidas na Europa.

No final de 20 os automóveis tornaram-se mais baixos.

Os projetistas na época perceberam que o estilo moderno ansiava por uma forma mais alongada e baixa, em substituição das antigas linhas perpendiculares, e os consumidores, exceto os de automóveis de luxo, já não exigiam um espaço interior com tão grande altura.

Os mecanismos para abrir e fechar os vidros das janelas surgiram em 1925, quando os automóveis fechados se tornaram mais numerosos que os abertos. Nessa época, os pára-choques eram já robustos nos Estados Unidos, em virtude do trânsito cada vez mais intenso.

Na Europa, também surgiram melhoramentos, porém foram postos à disposição do público como acessórios, por exemplo, os velocímetros, amortecedores, as luzes elétricas e os motores de arranque.

Em 1930, surgiu a mala para acondicionar as bagagens.

As medidas destinadas ao bagageiro aumentavam proporcionalmente ao aumento das distâncias percorridas pelos condutores. Inicialmente eram usadas grades extras, que eram adaptáveis à traseira do automóvel, usado com freqüência sobre o tanque da gasolina. Posteriormente, as malas passaram a ser montadas em suportes atrás do assento traseiro, até que o compartimento para as bagagens se tornou parte integrante da carroçaria.

Com o advento da produção em série e o aparecimento das carroçarias constituídas em aço, o automóvel aberto começou a ser descartado. Nos anos 20, era comum e mais barato construir à mão um automóvel com teto em lona e resguardos laterais, que podiam ser erguidos rapidamente ao menor sinal de mau tempo. A produção em série, contudo, visava à fabricação de automóveis fechados. Mesmo atualmente é rara a produção em série de automóveis abertos.

No início dos anos 30 surgiu o Volkswagen. “O carro do povo”, projetado pelo alemão Ferdinand Porsche e apadrinhado por Adolf Hitler. Em pouco tempo se transformou no automóvel de maior sucesso na Europa entre os produzidos em série, sendo a Volkswagen o primeiro fabricante a produzir um milhão de automóveis num ano –1962.

A II Guerra Mundial reduziu ao mínimo a produção de automóveis para utilização particular. Em 1943 foram fabricados por toda a indústria britânica apenas 1600 automóveis.

O período decorrido até ao aparecimento dos primeiros modelos autênticos do pós-guerra foi mais longo que o que se seguiu a I Guerra.

Quando, finalmente, produziram novos automóveis, foi percebida a diferença dos seus antecessores. Os motores eram mais potentes e as carroçarias mais leves; além da utilização da suspensão dianteira independente tornou possível que a facilidade de manobra acompanhasse a contínua escalada peso-potência.

A suspensão dianteira independente modificou a forma do automóvel, aumentando a sua comodidade e estabilidade.

O desaparecimento do eixo dianteiro permitiu montar o motor ainda mais à frente e a um nível mais baixo. Tornou-se possível também deslocar mais para frente o compartimento dos ocupantes do veículo, o que resultou em maior estabilidade e comodidade. O espaço adicional sobre o eixo de trás passou a ser aproveitado para um bagageiro mais amplo.

Na ausência do eixo dianteiro, o compartimento dos ocupantes do automóvel podia ser rebaixado sem redução da altura interior.

Ao longo da década de 1960 o automóvel procurava proporcionar o maior espaço interior possível dentro de formas exteriores compactas. Apresentava-se constituído por três compartimentos –um para o motor, outro para os ocupantes do veículo e outro para a bagagem.

A história do automóvel do pós-guerra traduz-se num notável e contínuo aperfeiçoamento. A condução tornou- se muito mais fácil e confortável. Houve melhorias no que se refere ao aquecimento e ventilação. À medida que as carroçarias eram aperfeiçoadas, o compartimento destinado aos ocupantes do veículo tornava-se praticamente todo fechado ao mesmo tempo em que a atmosfera no seu interior ficava irrespirável. Surgiram sistemas de ventilação que permitem a renovação do ar no interior do compartimento e evitam a condensação do vapor de água nos vidros, sem que se formem correntes de ar.

Cabine automotiva

A cabine é a parte da estrutura de um veículo destinada basicamente à direção e a acomodação dos passageiros.

O termo é de origem aeronáutica, definido como o espaço reservado ao piloto de avião. No campo automotivo, o sentido da palavra é mais amplo estendendo-se a todo o espaço habitável do veículo. Nome dado também à estrutura do habitáculo: sob esse aspecto, a cabine compreende não só o espaço interno mas também a toda a carroçaria a ela circunscrita.

Antes do sistema monobloco construía-se a cabine separadamente, para depois monta-la sobre o chassi. Por motivos de segurança, a cabine deve ser rígida e indeformável, circundada por uma estrutura de formação progressiva, para amortecer os choques externos. É indispensável resguardar o interior da cabine contra choques, para garantir a proteção dos passageiros.

A indeformabilidade do habitáculo não funcionará corretamente se a estrutura interna não conter a capacidade de deformação progressiva, para garantir a absorção dos choques.

Uma das características da cabine de um automóvel é sua habitabilidade, ou seja, o espaço à disposição do motorista e dos passageiros em seu interior. Esse espaço é expresso não só pelo volume do habitáculo, mas principalmente pela disposição dos elementos internos.

O automóvel deixou de ser apenas um meio de locomoção, passando a dialogar com a casa e o espaço de trabalho, dado pelo aumento das distâncias e do tempo que as pessoas permanecem dentro dos veículos.

Segundo Larica (2003), é preciso pensar em um projeto que considere o conforto, a segurança e a ergonomia, além da aplicação de materiais que sejam adequados ao caráter da habitabilidade evocando uma síntese mais homogênea de diversas características do “estar” em um veículo: o espaço interno livre; o conforto dos bancos; a praticidade dos controles; o isolamento acústico; entre outros fatores.

Contribui para o desenvolvimento do interior do automóvel a combinação inteligente das variações de qualidade e possibilidades, tais como: forma; textura; estilo; conforto; visibilidade; segurança; multiplicidade de uso; entre outros valores, criando, assim, uma atmosfera interior mais agradável.

Fatores que influenciam no projeto do habitáculo

Na construção de um veículo, vários fatores são considerados pelos projetistas para dar maior conforto ao motorista e aos passageiros. No caso do motorista, os problemas são mais complexos, pois além da máxima comodidade, torna-se também necessária a praticidade dos comandos.

O projeto veicular deve transmitir ao automobilista confiabilidade, garantindo que o veículo e seus componentes comportem-se de acordo com as especificações do seu funcionamento. Cada montadora possui um setor de controle de qualidade, no qual a função é examinar os componentes do veículo e analisar a sua fidelidade às especificações do projeto, de forma a torná-los confiáveis, antes de passá-los a linha de montagem. A redução dos desgastes ocorridos ao acaso, prevendo-se inclusive solicitações incomuns; a prevenção de danos motivados pelo desgaste, determinando o momento de substituição de alguns componentes.

Os fatores que mais influem no conforto de um carro são: as vibrações, os solavancos, o alto nível de ruído, os ângulos assumidos pelas várias partes do corpo, e a climatização.

As irregularidades das ruas e estradas produzem vibrações geradas sobre as suspensões do veículo, essas vibrações transmitem-se necessariamente à carroçeria, diminuindo o conforto. Outras perturbações, que são provenientes das peças mecânicas, também incomodam os viajantes do veículo. O motorista percebe também, as vibrações da direção e de outros comandos.

O banco é um dos componentes fundamentais no que se refere ao conforto interno do veículo. Estuda-se o banco do ponto de vista da fisiologia humana: as várias partes do corpo devem formar ângulos que evitem o cansaço.

Para isso, os bancos geralmente possuem encosto regulável, o que ainda é insuficiente.

No projeto do banco deve-se levar em consideração, inicialmente, sua função específica no carro. O banco do motorista, por exemplo, deve necessariamente ser diferente dos passageiros, que ficam em posição mais relaxada do que quem dirige.

A posição ideal de dirigir é a que oferece ao motorista as melhores condições de visibilidade e de acesso aos comandos. O estudo dessa posição comporta também a definição do curso do banco, do ângulo de inclinação das guias, do assento do encosto, no caso de um banco fixo, os valores do curso dos comandos. Além de preencher essas condições básicas, o banco deve alojar de forma correta a coluna vertebral, principalmente a zona lombar e o trecho cervical, afim de evitar um estreitamento das faixas vertebrais, o que exigirá um esforço maior do sistema nervoso.

Atualmente, o uso de materiais esponjosos de densidade variável consegue resultados mais eficientes no amortecimento de oscilações.

Na construção do banco devem ser adotados também, além dos materiais esponjosos, revestimentos com boa elasticidade, não escorregadios, que permitam boa transpiração.

O conforto do motorista apresenta-se ainda mais complicado: a posição dos comandos, tais como volantes, pedais, etc.; devem obedecer a um estudo ergonômico, de modo a permitir que os ângulos formados pelos membros se aproximem o mais possível do ideal. Nos veículos modernos, os comandos tornam-se cada vez mais sofisticados, procura-se aumentar sua segurança e eficiência. Assim, são objeto de estudos ergonômicos e de avaliações técnicas sobre sua disposição e periculosidade em caso de acidente.

A climatização e o nível de ruído da cabine também são fatores importantes para o conforto. O ruído, além de ser incômodo, provoca, nas longas viagens, o “embotamento” dos reflexos, que às vezes leva a graves acidentes.

Esse problema pode ser solucionado usando-se materiais anti-ruído e anti-vibração.

Ergonomia e design

“A ergonomia é o conjunto de conhecimentos científicos relativos ao homem e necessários à concepção de instrumentos, máquinas e dispositivos que possam ser utilizados com o máximo de conforto e eficácia” (Wisner, 1972).

Na análise em questão, a ergonomia é a ciência que estuda a interação homem-máquinae sua relação com o ambiente.

Portanto, é de fundamental importância à realização desse artigo que visa apresentar informações sobre a máquina que mais influenciou a humanidade: o automóvel.

“A visão do designer é a visão do pássaro, ele deve ter a percepção visual crítica do observador privilegiado que consegue ver em conjunto todos os elementos do sistema homem-máquina-ambiente” (Larica, 2003: 63).

Segundo Larica, os fatores humanos que podem orientar as opções de projeto do interior do veículo não são só os aspectos antropométricos e dimensionais do corpo humano, mas, também, a capacidade de percepção dos sinais, a elaboração do reconhecimento de situações e as respostas decisórias que prontificam a ação.

No atual contexto industrial, globalizado e competitivo, o design é uma ferramenta estratégica no mercado automotivo, primordial no momento da escolha do modelo.

Segundo a Associação Brasileira de Engenharia Automotiva - AEA (2005), nos últimos dez anos, o interior dos veículos passou por mudanças marcantes baseadas em estudos que comprovam o crescimento da influência do design interno na decisão de compra dos consumidores.

Na última década, as montadoras investiram em inovações tecnológicas no interior dos veículos que resultaram em melhorias no desempenho, funcionalidade, segurança, qualidade dos materiais utilizados, ergonomia, acústica, versatilidade de utilização, entre outras características. Toda essa evolução surgiu em resposta às manifestações do mercado. Atualmente, as pessoas desprendem mais tempo em seus veículos do que no passado, dado o aumento das distâncias percorridas e pelo intenso fluxo de veículos nas grandes vias públicas.

O automóvel tornou-se uma extensão dos lares.

O Designer de Interiores de veículos deve levar sempre em conta para o desenvolvimento e/ou adaptação de um projeto: espaço; forma; estilo; cores e materiais adequados.

A ambientação é fundamental porque, além de segurança e conforto, o usuário espera obter plena satisfação e controle do produto/ sistema em que se insere.

Pois, os veículos são um meio de comunicação entre o usuário e o ambiente.

Larica (2003) enumera os itens básicos para o estudo do layout do interior automotivo: modelagem das interfaces entre o homem e o automóvel; aspectos visuais no design do interior; projeto dos bancos do veículo; projeto do conjunto do volante; acessórios; espaçamento interno –acomodação; circulação; entrada e saída; etc.

O designer deve colocar-se no lugar do motorista, para poder analisar sua real interação com o habitáculo do automóvel. Para o usuário, a função de transportar deixou de ser a principal, neste caso, ele procura novos valores, como: conforto; segurança; padronização de controles/ tarefas; facilidade na interpretação das funções dispostas no painel; visibilidade; liberdade no ajuste dos bancos e a presença de acessórios diversos.

É preciso encontrar estratégias de convencimento para o novo consumidor que emergiu com os anos 1980-1990.

Este, sem dúvida, mais crítico, independente e exigente, mas, sobretudo, mais assediado e com maiores possibilidades de escolhas.

Conclusões No campo do design automotivo, conhecer os fatores que interferem nos projetos mundiais: sociedade, cultura, indústria, economia, entre outros, são dificuldades a serem superadas. Tendo como referência o contexto apresentado, este artigo vem explicitar a importância do design na concepção de projetos do habitáculo veicular e de produtos automotivos. Conhecer as variáveis que constituem o cenário da indústria automotiva apresenta- se como um grande diferencial. Com este artigo procurou, também, abordar a importância do habitáculo ou cabine automotiva como peça chave para o sucesso do desenvolvimento de projetos automotivos.

Referências bibliográficas

- Baxter, Mike. Projeto de produto, guia prático para o desenvolvimento de novos produtos. São Paulo: Ed. Edgard Blücher, 1995.

- Wisner, Alain. Por dentro do trabalho: ergonomia, método e técnica. São Paulo: FTD Oboé, 1987.

- Câmara, J. J. D., Amaral, O. C., Botelho, R. D., Silva, A. C. J. A Multiplicidade na Utilização Adequada de um Sport-Utility - Projeto Ária. Relatório Técnico Final de Pesquisa de Iniciação Científica, câmara TEC - 85018/97. CPqD - Centro de Pesquisa e Desenvolvimento em Design e Ergonomia (ED-UEMG). Fomento: FAPEMIG

- Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais. Belo Horizonte - MG. 2000. 129p.

- Lipovetsky, Gilles, ECT al.O Luxo Eterno. Da idade do sagrado ao tempo das marcas. 1º ed. São Paulo: Companhia das Letras, 2005

- Larica, Neville Jordan. Design de Transportes: Arte em função da mobilidade. Rio de Janeiro. 2AB / PUC-Rio, 2003.

- Enciclopédia do automóvel - volume 2. Editora Abril, 1974 / São Paulo, página 256.

- Enciclopédia do automóvel - volume 3. São Paulo. Editora Abril, 1974, página 550.

- Enciclopédia do automóvel - volume 5. São Paulo. Editora Abril, 1974, página 1204.

- Enciclopédia do automóvel - volume 7. São Paulo. Editora Abril, 1974, página 1556.

-. ABERGO - Site da Associação Brasileira de Ergonomia. Disponível em: http://www.abergo.org.br / oqueeergonomia.htm > Acesso em: 14/02/2007.

- AEA - Site da Associação Brasileira de Engenharia Automotiva. Disponível em: Acesso em: 18/02/2007.


Habitáculo veicular: percepções de design e ergonomia fue publicado de la página 163 a página167 en Actas de Diseño Nº7

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