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A contribuição dos objetos de aprendizagem para o ensino da teoria da cor na educação a distância

Thormann Thomazi, Patrícia

Actas de Diseño Nº26

Actas de Diseño Nº26

ISSN: 1850-2032

XIV Encuentro Latinoamericano de Diseño “Diseño en Palermo” X Congreso Latinoamericano de Enseñanza del Diseño

Año XIV, Vol. 26, Julio 2019, Buenos Aires, Argentina | 256 páginas

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Resumo: O presente artigo tem por objetivo propor estratégias didáticas direcionadas aos objetos de aprendizagem (OAs), para o ensino da teoria da cor em ambientes virtuais na formação superior a distância. Para consecução do trabalho foram considerados os conteúdos da teoria da cor: evolução das teorias históricas, sínteses cromáticas, psicologia da cor, disco de cores de Johannes Itten e o disco corrigido, dimensões, escalas, paletas, contrastes e harmonias. Foram investigadas para definição das melhores estratégias, metodologias presenciais do ensino da teoria da cor, objetos de aprendizagem em ambientes virtuais focados na área em questão, instrumentos de avaliação, pesquisas de opinião com o público interessado e os principais autores e publicações dos conteúdos abordados. A combinação destes estudos deu origem as propostas de objetos de aprendizagem apresentadas neste artigo. A futura construção destas propostas e sua efetiva aplicação no ensino superior garante uma abrangência de assimilação, ressignificação e troca de conhecimentos em ambientes virtuais de aprendizagem.

Palavras chave: Objetos - Aprendizagem - Ensino a distância - Teoria da cor - Estratégia didática - Ambiente virtual - Ciberespaço - Design.

[Resumos em espanhol e português e currículo em p. 72-73]

Introdução A definição e construção de Objetos de Aprendizagem (OAs) são importantes processos para o ensino a distância, em qualquer área do conhecimento. Mesmo sabendo que existem diversas diretrizes relacionadas a aplicação destas transformações metodológicas, cada disciplina ou conteúdo tem suas características e peculiaridades no desenvolvimento de estratégias didáticas. Sendo assim, buscou-se através deste artigo analisar estratégias didáticas para o ensino da teoria da cor através de objetos de aprendizagem, para interação em ambientes virtuais, no ensino superior.

Objetivou-se propor opções mais adequadas de objetos de aprendizagem, para o ensino da teoria da cor na educação superior a distância.

Para que este processo seja realmente significativo, foi necessário selecionar os conteúdos da teoria da cor para, posteriormente, definir os objetos de aprendizagem. Estes conteúdos foram selecionados a partir de uma disciplina presencial dos cursos superiores de Design da Universidade Luterana do Brasil - ULBRA. Foi selecionada uma disciplina presencial e alguns de seus conteúdos, pois se observarmos as novas tecnologias relacionadas a formação superior, inevitavelmente passaremos por um processo transitório entre as metodologias de ensino presencial e a distância.

Para que esta transição seja feita da melhor forma, foi de suma importância pesquisar as características e os tipos de objetos de aprendizagem utilizados em ambientes virtuais.

Neste contexto nos apropriamos de alguns fundamentos de David A. Willey, Carmem Lúcia Graboski da Gama, Carlos Alves Rocha, Romero Tavares, Pierre Lévy, entre outros autores, para direcionar nossas escolhas. Assim, foi possível analisar e propor as melhores possibilidades, para o ensino a distância, da teoria da cor através de objetos de aprendizagem.

Objetos de aprendizagem As reflexões sobre Objetos de Aprendizagem (OA’s) abordam questões sobre o mundo virtual e ciberespaço, que possui definições conforme o seu sentido. Segundo Lévy (2000, p. 74) os mundos virtuais possuem diferentes sentidos, dentre eles iremos destacar dois, pois estão diretamente ligados aos objetos de aprendizagem: • Mundo virtual como possibilidade de cálculo computacional, a partir de um modelo digital de entradas fornecido por um usuário. Alguns exemplos de aplicação deste sentido são: programas de edição, banco de dados, simulações interativas, etc.

• Mundo virtual como dispositivo de informação, onde o usuário pode controlar um representante de si mesmo.

Alguns exemplos da adaptação deste sentido são: jogos RPG em rede, videogames, simuladores, realidades virtuais, etc.

A partir desta organização com relação aos sentidos do mundo virtual podemos definir que “ciberespaço é um espaço de comunicação aberto pela interconexão mundial dos computadores e das memórias de computadores” (Lévy, 2000, p. 102).

Pensando no ciberespaço, no que este proporciona de interação para o desenvolvimento e aprendizagem dos usuários, encontramos “a animação interativa que facilita a compreensão de modelos abstratos na medida em que torna possível a construção de sua imagem como uma realidade virtual” (Tavares, 2006, p. 6).

O mundo virtual, ciberespaço, e a realidade virtual são a base, o suporte para o desenvolvimento e aplicação dos objetos de aprendizagem. Analisando os diversos autores e suas definições com relação a este assunto, observamos a proliferação de definições sobre objetos de aprendizagem, tornando esta terminologia suscetível a questionamentos.

Utilizaremos como referência a definição descrita por (Willey, 2002, p. 5) que caracteriza como objeto de aprendizagem, “qualquer recurso digital que possa ser (re) utilizado como suporte no processo de aprendizagem”.

A partir desta definição e pensando na facilitação do processo, os conteúdos específicos para criação dos OAs, devem ser delimitados em pequenas unidades desta forma promovendo uma maior assimilação e proporcionando sua reutilização.

Existem portais para disseminação do conhecimento dos OAs em todo o mundo. No Brasil, existem iniciativas do Ministério da Educação (MEC - Rived) e da Universidade de São Paulo (USP - LabVirt-LOF) que são consideradas e reconhecidas mundialmente. Estas iniciativas contemplam um grande banco de conhecimento onde todas as características principais para construção e uso de um OA estão disponíveis.

Conteúdos da teoria da cor Partindo do pressuposto que o conteúdo de teoria da cor é amplo e determina muitas variáveis para construção deste conhecimento, subdividimos os assuntos indispensáveis para o entendimento global, possíveis de serem tratados separadamente sem requisitos prévios. Esta perspectiva está fundamentada na característica principal dos objetos de aprendizagem que devem ser definidos em pequenas unidades.

Esta divisão foi determinada a partir da disciplina estudo da cor, ministrada de forma presencial nos cursos de design da Universidade Luterana do Brasil. Esta disciplina foi analisada durante quatro semestres, com oito turmas diferentes, através de técnicas desenvolvidas em laboratório para facilitar o entendimento da teoria. A análise abordou conteúdos formativos, materiais utilizados, o tipo de técnica ou estratégia e sua conclusão.

A partir desta análise os conteúdos foram abreviados para que posteriormente sejam aprofundados e transformados em objetos de aprendizagem conforme a proposta apresentada neste artigo, os conteúdos são: • Evolução histórica das teorias relacionadas à cor Conforme Fraser (2007, p. 23), “os artistas trabalharam por séculos para misturar cores sem realmente saber o que era a cor ou como funcionava, mas só uma compreensão científica do espectro permitiu avanços”. Estes avanços estão em constante evolução, transformando diariamente informações e contribuindo para a construção das futuras teorias.

• Psicodinâmica da cor Modesto Farina, em seu livro Psicodinâmica das Cores em Comunicação, afirma que o homem tem buscado e encontrado significados psicológicos para as cores desde a antiguidade.

A partir deste contexto, tomamos como base as associações psicológicas do homem diante das cores, pontuando o uso consciente das mesmas, conforme os estudos abordados em todas as áreas do conhecimento que permeiam a teoria da cor.

Sendo assim, a semiótica, considerada a filosofia científica das linguagens, tem como seu principal papel nestas análises da sociedade, a interpretação da aplicação das cores e suas relações como signo, significante e significado.

• Misturas aditiva e subtrativa (RGB / CMY e RYB) As principais diferenças e a definição de cada síntese cromática fundamentadas através de suas características. As sínteses destacadas são: síntese aditiva - luz, RGB (Red, Green e Blue); síntese subtrativa do processo - pigmento CMY (Cyan, Magenta e Yellow); síntese subtrativa da arte - pigmento RYB (Red, Yellow e Blue).

• Discos de Cores (Disco de Itten e o disco corrigido) Os discos de cores apontam as diferenças das misturas entre as cores primárias, secundárias e terciárias em cada uma das sínteses subtrativas abordadas até os dias de hoje. As sínteses estudadas são: síntese subtrativa da arte, RYB (Red, Yellow e Blue) trabalhadas através do disco de Itten e a síntese subtrativa do processo CMY (Cyan, Magenta e Yellow) trabalhada através do disco corrigido, utilizadas atualmente nos processos mecânicos de composição cromática.

• Dimensões cromáticas: matiz, saturação e brilho.

A cor é composta de três dimensões: matiz, considerada a cor em si ou um espaço de onda eletromagnético visível específico; saturação, que diz respeito a pureza da cor, quanto menos cinza existe na cor, mais saturada ela é; e o brilho, que esta ligado ao índice de luminosidade da cor, claro ou escuro. Sem estas dimensões o uso da cor fica restrito apenas as seus matizes, dificultando as aplicações que dependem dos níveis de variações de cada cor.

• Escalas e paletas cromáticas - Seleção, Spot e Web Para que possamos utilizar e escolher as cores conforme suas características técnicas, necessitamos saber qual o processo de apresentação ou impressão, qual o suporte que será utilizado e principalmente conhecer suas escalas e ou paletas cromáticas.

Estas escalas fornecem subsídios com percentuais de misturas entre as cores primárias de qualquer síntese.

Informações numéricas e códigos com padrões de mistura das cores sejam estas cores para uso em impressões ou para visualização na WEB.

Exemplo: PANTONE – uma das maiores empresas fornecedoras de escalas de cores para diversas áreas como: gráfica, web, arte, arquitetura, construção civil, revestimentos, plásticos, embalagens, borrachas, cosméticos, acrílicos, serigrafia, sinalização, comunicação visual, estamparia, cenografia, brindes, entre outras que necessitem a utilização e escolha de cores.

• Harmonia de cores A harmonia de cores muitas vezes chamada de esquema cromático tem por característica o equilíbrio total entre as cores ou a neutralidade. Esta neutralidade pode-se obter através da soma das cores utilizadas na composição resultando em cinza, assim consegue-se a harmonia.

Para que possamos utilizar este cálculo de uma forma mais visual, o círculo cromático fornece combinações de cores que equilibram uma a outra.

Exemplos de utilização do círculo cromático para obtenção de uma determinada harmonia: - Harmonia complementar - duas cores em lados opostos; - Harmonia análoga - duas ou mais cores lado a lado; - Harmonia triádica - três cores espaçadas uniformemente em torno do círculo; - Harmonia monocromática - tonalidades de um só matiz - variando a saturação e o brilho; - Harmonia complementar dupla - dois pares de complementares em lados opostos do círculo.

Características, classificação e exemplos dos objetos de aprendizagem Segundo Mendes (2004, citado por Gama, 2007, p. 11) os objetos de aprendizagem possuem as seguintes características: Reusabilidade, Adaptabilidade, Granularidade (divide os conteúdos para facilitar sua reusabilidade), Acessibilidade (via Internet preferencialmente), Durabilidade (independente da mudança de tecnologia), Interoperabilidade (intercâmbio efetivo entre diferentes sistemas), Metadados (descrição das propriedades de um objeto, como: título, autor, data, assunto e etc.).

Estas características organizadas por Mendes são fundamentais para o planejamento e desenvolvimento dos OAs, além de oferecer critérios que possibilitam a avaliação da qualidade dos objetos de aprendizagem propostos.

González (2005, citado por GAMA, 2007, p. 12) delimita uma classificação de objetos de aprendizagem para uso pedagógico, onde caracterizamos conforme o perfil de análise proposto neste artigo.

• Objetos de Instrução: são objetos destinados ao apoio da Aprendizagem. Alguns exemplos são os vídeos, áudios, exercícios, etc.

• Objetos de Colaboração: são objetos para a comunicação em ambientes de aprendizagem colaborativa. Alguns exemplos são chat, fórum, reuniões on-line, etc.

• Objetos de Prática: são objetos destinados a auto-aprendizagem, com uma alta interação. Alguns exemplos são as simulações, laboratórios on-line, etc.

• Objetos de Avaliação: são objetos que têm a função de conhecer o nível de conhecimentos de um aprendiz.

Alguns exemplos são os testes, avaliações e certificações.

Esta classificação é abrangente, pois cada objeto descrito acima se subdividi em diversos tipos detalhados, conforme sua característica específica. Definiu-se utilizar o perfil genérico, pois o objetivo do artigo está em propor opções mais adequadas de objeto de aprendizagem, tendo como base o referencial teórico mais pertinente ao uso pedagógico para o ensino superior a distância.

A partir do conhecimento de alguns exemplos de OAs que abordam os conteúdos previstos da teoria da cor e que contemplam as características e classificações conforme as relacionadas no presente artigo desenvolveu-se uma breve análise dos OAs selecionados:

• Color in News Design O curso contraste, cor e dimensões no design de notícias, possui diversos OAs e foi escrito e pesquisado por Pegie Stark Adam. A experiência interativa de cor é para quem quer saber mais sobre a teoria da cor e como se aplica ao design de notícias. A interatividade é construída através de exercícios e informações teóricas paralelas que mostram como respondemos a cor de uma forma fisiológica.

Nesta análise, encontrou-se conforme a classificação dos OAs, Objetos de Aprendizagem de instrução, prática e avaliação.

• Color in Motion Este site possui uma abordagem dinâmica sobre a cor na comunicação e os seus simbolismos. Os recursos utilizados são as experiências de misturas de cores online, animações e questionários sobre o simbolismo das cores.

Nesta análise, encontrou-se, conforme a classificação dos OAs, objetos de instrução, prática e avaliação.

• Universo da Cor Este site possui uma tradução de dois softwares online relacionados a cor. O primeiro se chama Meyerweb, utilizado para misturas e busca de codificações hexadecimal das cores RGB e o segundo, ColorShemer Design in Harmony, utilizado para escolha das harmonias ou esquemas cromáticos. Nesta análise, encontrou-se conforme a classificação dos OAs, objetos de prática.

• Color Harmony - Livro com DVD Interativo Este livro fornece fundamentação teórica sobre as harmonias das cores e suas aplicações em embalagens, fornece também um aplicativo em DVD com inúmeras possibilidades de mudanças e composições cromáticas através de análises empíricas do usuário. Nesta análise, encontrou-se, conforme a classificação dos OAs, objetos de instrução e prática.

• Pantone - Aplicativo para Ipad e Iphone Este aplicativo possibilita o acesso do usuário a mais de 13.000 cores PANTONE através de todas as suas escalas, fornece a possibilidade de criar escalas próprias e compartilhá-las. Possui memória de imagem para que através de uma fotografia da cor desejada, o aplicativo busque a codificação da cor em suas escalas. Assim, agilizar a busca da codificação PANTONE de qualquer cor.

Nesta análise, encontrou-se conforme a classificação dos OAs, objetos de prática.

• Simulações Interage O aplicativo aprofunda, através de experiência, a assimilação do conhecimento de como funciona o processo de composição e mistura ótica das cores através da mistura das cores primárias ciano, magenta e amarelo, mais o preto. Nesta análise, encontrou-se conforme a classificação dos OAs, um objeto de prática.

• Síntese Aditiva - RGB O vídeo demonstra, através de informações teóricas e experiências com luminárias e um prisma, a mistura das cores luz, a síntese aditiva e a refração da luz. Nesta análise, encontrou-se conforme a classificação dos OAs, um objeto de instrução.

Propostas de objetos de aprendizagem Devido às inúmeras possibilidades de interação de acordo com a experimentação dos conteúdos e conforme estudos anteriores caracteriza-se a proposta de divisão para o desenvolvimento dos objetos de aprendizagem para o ensino da teoria da cor na educação superior a distância, da seguinte forma: • Objeto de Instrução - Vídeo Através da pesquisa de opinião aplicada na internet, no blog sobre cor criado por Patrícia Thormann, focado no ensino da teoria das cores, obteve-se algumas informações relevantes com relação aos usuários. A pesquisa relacionou alguns questionamentos, dentre os quais buscou saber qual a atividade ou estratégia mais motivadora para aprendizagem no ensino a distância.

Dentre as possibilidades estavam: vídeos demonstrativos 40%, jogos educacionais online 26%, exercícios online 18%, áudio aulas (podcast) 16%, estes percentuais foram obtidos a partir da participação de 50 usuários.

Conforme a pesquisa de opinião com os usuários percebese que os mesmos estão em uma fase de transição, pois a interação virtual ainda está em segundo plano, nem todos os usuários estão completamente conectados ou possuem os conhecimentos e ou habilidades para um uso adequado do ciberespaço.

As vídeo aulas, gravadas ou utilizadas no formato de teleconferência, são consideradas uma versão híbrida do ensino presencial. A partir desta análise, consideramos de fundamental importância que as vídeo aulas sejam utilizadas como objetos de aprendizagem. Propostas de vídeos relacionadas aos conteúdos de teoria da cor selecionados: - Psicologia das cores Conteúdo com grande possibilidade de argumentação visual, pois trata de inúmeros simbolismos da cor. Vídeo desenvolvido em formato de animação.

- Misturas aditiva e subtrativa (RGB / CMY e RYB).

Conteúdo com informação experimental através de demonstrações lúdicas em laboratórios. Vídeo gravado durante diversas experiências laboratoriais relacionadas às misturas aditivas e subtrativas.

- Discos de Cores (Disco de Itten e o disco corrigido).

Conteúdo que requisita a demonstração da diferença entre os dois discos cromáticos. Vídeo desenvolvido com a junção da gravação de experiências laboratoriais e animações.

- Objeto de Instrução - Áudio Com o advento dos players móveis, os arquivos de áudio estão sendo utilizados em larga escala. O uso de áudio é histórico no ensino a distância, mas passa por uma situação de adaptação e escolha adequada de conteúdos.

Segundo Carvalho (1988, p. 76) citando a pesquisa Socondy-Vacuum Oil Co. Studies, 1971, sobre os níveis de cognição na aprendizagem, as pessoas têm uma assimilação de conhecimentos e uma aprendizagem mais significativa se o fator visual e oral estiverem sendo usados simultaneamente.

Assim de acordo com as informações que foram obtidas será proposto apenas um Objeto de Aprendizagem de áudio. A proposta de áudio relacionada aos conteúdos de teoria da cor selecionados será: - Evolução das teorias históricas relacionadas a cor O conteúdo que trata da evolução das teorias históricas relacionadas a cor, possui uma grande característica teórica, desta forma o áudio deste conteúdo poderá ser gravado em formato de podcast e trabalhado juntamente com exercícios online.

• Objeto de Instrução - Software As possibilidades de interação através de softwares ampliam a condição de assimilação virtual do conhecimento, agregando funções experimentais às funções teóricas e metodológicas. Os softwares possuem características de fácil adaptação ao ambiente proposto, diversificação da experimentação e principalmente motivam o usuário ou o aprendiz a utilizar quantas vezes necessário até a obtenção do conhecimento. Conforme as condições adaptáveis dos softwares os conteúdos de teoria da cor selecionados são: - Dimensões cromáticas - Matiz, Saturação e Brilho.

Software que desenvolva o conteúdo de experimentação das dimensões cromáticas, através de uma interação que possibilite mudanças de saturação e brilho de uma ou várias matizes.

- Escalas e paletas cromáticas - Seleção, Spot e Web Software que demonstre as diferenças entre as escalas e paletas cromáticas e que possibilite suas escolhas e acesse suas codificações.

- Harmonia de cores Software que desenvolva, conforme a necessidade do usuário, os diversos tipos de esquemas e ou harmonias, pontuados nos conteúdos definidos anteriormente.

Não podemos esquecer, segundo (Rocha, 2009) que o uso dos Objetos de Aprendizagem na formação superior a distância, propostos aqui neste artigo, deverão ser embasados no documento desenvolvido pelo MEC, Referências de Qualidade para Educação Superior a Distância. Desta forma, durante a prática pedagógica os aprendizes terão subsídios adequados para uma melhor aprendizagem e assimilação dos conhecimentos tratados através dos OAs.