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Hussein Chalayan: intersecções entre moda, arquitetura e design

Maria Cecília Amaral Pinto

Actas de Diseño - N° 36

Actas de Diseño - N° 36

ISSN Impresión 1850-2032
ISSN Online: 2591-3735
DOI: https://doi.org/

XVI Semana Internacional de Diseño en Palermo Foro de Escuelas de Diseño • Comunicaciones Académicas EDICIÓN ESPECIAL XI Congreso [Virtual] Latinoamericano de Enseñanza del Diseño 2020

Diciembre 2021 . Año 16 . Nº36 - Buenos Aires, Argentina | 414 páginas

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Resumo: Este artigo tem como objetivo fazer uma análise das coleções Between, Afterwords e One Hundred and Eleven, de Hussein Chalayan, inspiradas na temática: deslocamento e nomadismo. Temas explorados pelo criador desde o início de sua carreira. Uma das características mais marcantes nos desfiles de Chalayan é a transformação de peças. Seja a partir de recursos tecnológicos ou experimentações diversas, suas coleções são marcadas pela presença de trajes conceituais, que constribuem para discussão na área entre moda, arquitetura e design e suas possíveis intersecções.

Palavras chave: moda - arquitetura - design - intersecções - transformação


Introdução

A conexão entre moda, arte, tecnologia e performance são características marcantes no trabalho de Hussein Chalayan, que nasceu em Nicósia, no Chipre, em 12 de agosto de 1970, conforme descreve Pinheiro (2013). Chalayan é considerado um dos designers mais inovadores e conceituais de sua geração, usando a experimentação e integração tecnológica em seu processo criativo. O trabalho do criador alcançou grande repercusão e destaque ao longo de sua carreira, saltando das passarelas efêmeras do mundo da moda para exposições históricas em museus renomados. Com um trabalho que cruza muitas fronteiras, Chalayan já teve suas criações expostas no Museu do Design em Londres, Museu de Arte Contemporânea de Tóquio e Istanbul Modern (IMoMA) no ano de 2010; no Les Arts Décoratifs em Paris no ano de 2011 e no Metropolitan Museum of Art em Nova Iorque no ano de 2016. Desde o início de sua carreira, Chalayan tem surpreendido com sua poética que transita por vários linguagens, extrapolando os limites possíveis. Ainda criança, foi viver em Londres com a família, devido aos conflitos étnicos entre as comunidades cipriota turca e grega, que levaram à invasão turca do Chipre, fazendo com que ele e sua família migrassem para Inglaterra em 1978, onde estudou design de moda na renomada Central Saint Martins College of Art and Design, em Londres. Sua vida foi marcada pelas mudanças, deslocamentos e adaptações, temas que permearam seu trabalho desde o início da carreira, e que serão analisados neste artigo, especificamente nas coleções Between (primavera verão 1998), Geotropics (outono-inverno 1999), Afterwords (primavera verão 2000) e One Hundred and Eleven (primavera verão 2007).

Conhecido por seu uso inventivo de materiais e integração de novas tecnologias em seus projetos, Chalayan incorpora os avanços tecnológicos em suas criações. Buscando cada vez mais o inatingível, o criador acredita que o futuro da moda é a tecnologia. Em entrevista para o Jornal Folha de São Paulo em 2008, o jornalista Whiteman pergunta ao criador sobre o que pensa a respeito das diferenças entre arte e moda. A resposta de Chalayan descreve a moda como um processo industrial, que envolve a criação de produtos para serem usados ou carregados.

O criador acredita que a arte pode ser qualquer coisa, inclusive algo que venha a ter um caráter funcional ou não. Em seus projetos ele integra o corpo humano e as roupas com tecnologia, ciência e arquitetura. Chalayan também produz obras artísticas em diversas áreas que são expostas em bienais e galerias de arte em todo mundo. Desde 2003, Chalayan dirige projetos de arte, incluindo filmes curtos Meditações Temporais, Place to Passage e Anesthetics, tendo representado a Turquia na Bienal de Veneza 2005 com o projeto Ausência de Presença, com Tilda Swinton. Transitando por vários campos, combinando moda com instalação, música e cinema, criando narrativas que reúnem passado, presente e futuro, a pluralidade nos projetos de Chalayan se torna um combustível, alimentando os processos criativos que o artista desenvolve.

Memórias impressas nas coleções de Chalayan

Segundo as psicanalistas Joubert e Stern (2012), a roupa acompanha a trama da construção de si e expressa à relação com sua imagem, expondo marcas de fracassos ou sucessos. Por meio dela, é possível descobrir vestígios de identificações e memórias, sendo um instrumento cheio de simbologias e significados de acordo com o contexto em que se esta inserido.

As roupas trazem uma memória, nos transportando para determinadas épocas e contextos. Transmitem mensagens através de suas codificações, como cor, textura, forma, volume, materiais utilizados, estampa, entre outros elementos. A pesquisadora Benarush (2012) também reflete sobre a memória das roupas e seu papel como objeto- -documento durante seu uso e desuso, quando uma roupa passa a ser guardada como um objeto que traz em si uma lembrança de determinado momento ou pessoa. As condições da peça também trazem memórias que refletem os contextos associados ao seu uso, tempo que foi utilizada e contexto histórico que a peça foi usada, tecendo pontes e reflexões sobre o corpo que veste e a peça que o compõe, de modo que a peça como objeto passa a compor e gerar intersecções com a vida que a carrega.

Hussein Chalayan traz essas referências em suas criações. O designer transporta suas memórias nas coleções que desenvolve, desde a paleta de cores, onde predominam tons que vão do branco aos azuis esmaecidos, verdes claros à tons mais escuros de marrons, cinzas, vermelhos; ás sonoridades que refletem os tempos, espaços e lugares e as relações com as mudanças, adaptações e deslocamentos. Seu conceito transmite resquícios da sua infância no Chipre, marcada pela guerra e pelas migrações, que consequentemente trouxeram muitas mudanças e transformações na sua vida.

Conforme Lipovetsky (2009), a moda não pertence a todas as épocas, mas retrata o que acontece em determinados momentos na vida da sociedade, se estabelecendo como um dispositivo cultural. Ela revela o espírito de um tempo e se reinventa continuamente buscando referências do passado. O deslocamento de um lugar multiétnico para outro foi explicado por Chalayan como uma das principais razões porque optou em trabalhar questões como identidade, migração e deslocamento. Esta memória do criador se imprime em suas coleções, que frequentemente resgata temas ligados ao nomadismo e migração, abordados direta ou indiretamente através da transformação de peças, materiais e conceitos etnográficos.

A coleção Between

Ao ser análisada pelo viés histórico, a roupa comunica uma série de signos, de acordo com os tecidos, padronagens, códigos que carrega específicos para cada grupo da sociedade. Na coleção Between (primavera / verão 1998), Chalayan explora este aspecto, apresentando trajes que remetem a uma determinada cultura, costumes, crenças e tradições. Modelos desfilam com vestes, que fazem referência ao Niqab, um tipo de véu islâmico, integral que cobre completamente a cabeça e o corpo. Elas desfilam com Niqabs de diferentes comprimentos, aludindo à mudança contínua da moda em torno do corpo feminino, decorrentes de uma mudança de ideais.

De acordo com Chalayan, essa peça dizia respeito à definição de território cultural. A primeira modelo usava uma burca chador, que cobria a maior parte de seu corpo e permitia uma lacuna apenas por seus olhos. Ao longo do desfile, cada véu foi tornando-se gradativamente mais curto, até a entrada da última modelo que desfilou com o corpo nú, com apenas uma máscara no rosto. O olhar sobre a mulher mulçumana, e como algo tão simples como uma bainha poderia conotar tanto siginificado, trouxe para as passarelas a reflexão de um tema polêmico, carregado de discussões e reflexões sociais, culturais e políticas, principalmente para o contexto da época em que foi apresentado.

No catalogo virtual, sobre a exposição de Chalayan disponível no portal do Museu de Artes Decorativas de Paris (2011), as descrições sobre a coleção do designer cipriota, trazem uma crítica do criador sobre a questão da identidade da mulher, e como ela pode ser manipulável e ao mesmo tempo tornar-se invisível a partir da ocultação do rosto e de um padrão de traje que se repete indistintivamente. Chalayan vê o desfile de moda como um espaço cultural, de forma que suas peças tornam-se um dispositivo cultural, objetos de reflexão e memória, deixando de ser apenas uma peça de roupa para se tornar um objeto que traz uma narrativa, contando a história de um tempo.

A coleção Afterwords

Na coleção Geotropics – primavera/verão 1999 Chalayan apresentou vestidos de cadeira que representavam a idéia de uma existência nômade e um ambiente completamente transportável, explorando o papel do corpo como um lugar para construção da identidade, onde as várias formas simbolizavam os corpos que se transformam de acordo com a apropriação cultural/ etnográfica ao qual este corpo esta sujeito, alterando-se de acordo com a nação, regime, conflitos e fronteiras. Este conceito foi expandido mais tarde na coleção Afterwords - outono/ inverno 2000, que incluiu alguns de seus projetos mais conhecidos, como “o vestido de mesa de café”, apresentada em uma sala branca com móveis da década de 1950.

O designer propõe a integração do traje com o espaço, criando um cenário vestível. O desfile se vale da performatividade cênica criada a partir das intersecções entre arquitetura, cenário, moda e design. Conhecido por suas criações extremamente inusitadas, inovadoras, conceituais e futurísticas. A coleção é apresentada em um cenário de uma sala de estar que aos poucos vai se esvaziando, remetendo as memórias e vidas de muitos imigrantes que por conta de conflitos políticos, religiosos e dificuldades socioeconômicas, muitas vezes são forçados a abandonar seus lares repentinamente.

O desfile começa com a apresentação de cinco modelos sentadas de frente para o público, representando uma família: um pai, uma mãe, uma avó e duas filhas. Conforme saem, outras modelos entram, e aos poucos algumas vão retirando e guardando alguns objetos das prateleiras nos bolsos de seus casacos. Os forros das cadeiras viram vestidos, enquanto as próprias cadeiras são dobradas e transformam-se em malas, mas o que mais chama a atenção é a transformação do ultimo objeto: uma mesa de centro que se transforma em uma saia. Em Afterwords, Chalayan traz um dos seus temas mais abordados: o nomadismo. A coleção apresenta móveis cobertos com mantas cinzas, que são usadas mais tarde pelas modelos, que tiram as mantas dos mobiliários que se transformam em vestidos. Essas modelos representam os imigrantes que precisavam se ausentar de suas casas rapidamente, levando a maior quantidade de coisas que poderiam carregar. Desta forma cadeiras são dobradas e viram malas. A mesa de centro se transforma em uma saia. Tornando-se deslocavel junto com o corpo. O desfile foi inspirado na idéia de ter que evacuar a casa durante um tempo de guerra.

Conforme Wilson (1989), as roupas trazem sensações, lembranças que nos remetem a momentos importantes das nossas histórias e vivências, elas mesmas contam e recontam histórias. O vestuário não morre, como acontece com os proprietários.

Em Afterwords, Chalayan traz a ideia de um lar “desmontável”, inspirado na situação dos refugiados, no horror de ser deslocado em tempos de guerra, ao mesmo tempo que se inspira na própria experiência de vida, de suas memórias de infância, de seus deslocamentos, como os cipriotas turcos foram sujeitos a limpeza étnica no Chipre durante a invasão da ilha em 1974. Na coleção, Chalayan também aborda a forma como os imigrantes tentam ajustar-se a situação, não deixando para traz os pertences pessoais. As roupas portáteis vão além de suas funcionalidades originais de cobertura ou proteção, se tornando objetos de reflexão e memórias impressas.

A coleção One Hundred and Eleven

Investigar a obra de Chalayan é um processo de descobertas incríveis e surpreendentes, o designer-artista surpreende ainda mais em 2006, com a coleção One Hundred and Eleven – primavera/verão 2007. Na coleção, que propõe a transformação dos trajes de maneira quase que instantânea, apresenta uma ação performática, que envolvia a transformação de uma série de vestidos. Uma modelo entra com um vestido vitoriano longo e de gola alta e se mantém imóvel. O decote se abre, o volume diminuí, a bainha sobe e em questão de segundos acontece um processo de transformação e evolução da história da indumentária, através da tecnologia. Ele apresenta um conjunto de criações incomuns. Nesta coleção, Chalayan juntou-se à empresa de engenharia 2D3D para criar os “Transformers dresses”. Cada vestido foi projetado para se transformar em três décadas de mudança de moda.

Os vestidos se “movem” por décadas, trazendo o deslocamento abordado em outras coleções, utilizando a tecnologia como suporte e instrumento de transformação, trazendo em um só corpo, vários contextos, memórias e reflexões, mudanças de cultura no tempo-espaço histórico.

Considerações Finais

Ao observar os projetos de Chalayan pode se perceber discursos sobre imigração, identidade, memória, que partem de seu próprio itinerário. Sua poética consiste em apresentar a roupa como a expressão dos fluxos e memórias que transitam neste traje, frutos das histórias que cada peça tem em si, a partir de cada contexto específico. Seu processo criativo parte de sua memória afetiva, construindo narrativas que conversam com muitos contextos culturais, políticos e antropológicos. Seus desfiles trazem uma “experiência cultural” de moda.

A arte é uma forma do ser humano expressar suas emoções, sua cultura, sua história através de valores estéticos, como beleza, harmonia, equilíbrio. Podendo ser representada de várias formas, sendo elas a música, esculturas, pintura, cinema, dança, entre outras. Moda é um sistema que acompanha o vestuário e o tempo, que integra o simples uso das roupas no dia-a-dia a um contexto maior, político, social, sociológico.

Chalayan entende da arte de surpreender e seduzir, apresentando um trabalho que vai além da criação de simples peças de roupa, criando verdadeiras obras de arte, como nos trajes conceituais apresentados nas coleções Afterwords e One Hundred and Eleven. De maneira geral, suas obras estão relacionadas entre si, construídas uma sobre a outra, explorando temas como guerra, situações políticas, arquitetura, ciência, meio ambiente, religião. Moda não é arte, mas algumas das obras de Chalayan podem ser consideradas como uma exceção, nesta discussão que certamente ainda gerará muitas perguntas.

Referências

Benarush, K. M. (2012). A memória das roupas. Disponível em: https://dobras.emnuvens.com.br/dobras/article/view/121

Braga, J. (2007). História da Moda: uma narrativa. (7° ed.). São Paulo: Editora Anhembi Morumbi.

Crane, D. (2008). A moda e seu papel social: classe, gênero e identidade das roupas. São Paulo: SENAC, 2008.

Ferreira, D. (2015). Design de moda, memória e museu: um estudo de caso da obra do designer Hussein Chalayan. Disponível em: http://sitios.anhembi.br/tedesimplificado/bitstream/TEDE/1634/2/Diego%20Ferreira.pdf

Frankel, S. (2017). Hussein Chalayan na exploração de seu patrimônio familiar. Disponível em http://www.anothermag.com/fashionbeauty/10079/hussein-chalayan-on-exploring-his-family-heritage

Joubert, C., Stern, S. (2007). O fascínio da segunda pele. Disponível em: https://methodus.com.br/artigos/o_fascinio_da_segunda_pele/

Kohler, C. (1996). História do Vestuário. São Paulo: Martins Fontes.

Laver, J. (1989). A roupa e a moda: uma história concisa. São Paulo: Companhia das Letras.

Lavike, M. (2011). Hussein Chalayan, récits de mode. Disponível em: http://wwwmaxdlavike.blogspot.com/2011/08/hussein-chalayanrecits-de-mode-o-musee.html

Lipovetsky, G. (2009). O império do efêmero: a moda e seu destino nas sociedades modernas. Editora Companhia das Letras.

Museu de Artes Decorativas de Paris (2011). Hussein Chalayan, narrativas de moda. Disponível em: http://www.lesartsdecoratifs.fr/ francais/musees/musee-des-arts-decoratifs/actualites/expositionsterminees/mode-et-textile/hussein-chalayan-recits-de-mode

Pinheiro,G. M. (2013). Chalayan: entre a arte e a moda. Disponível em: http://www2.eca.usp.br/moda/monografias/Monayna.pdf

Viana, F. (2017). Para documentar a história da moda: de James Laver às blogueiras fashion. São Paulo: ECA/USP.

Wang, C. (2011). Hussein Chalayan. Disponível em: https://www.vice.com/pt_br/article/wne8k9/hussein-chalayan-v3n3 Whiteman, V. (2008). O futuro da moda é a tecnologia, diz Chalayan. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/fsp/ilustrad/fq3005200826.htm

Wilson, E. (1989). Enfeitada de sonhos. Coleção Arte e Comunicação. Lisboa: Edições 70, 1989.


Abstract: This article aims to analyze the collections Between, Afterwords and One Hundred and Eleven, by Hussein Chalayan, inspired by the theme: displacement and nomadism. Themes explored by the creator since the beginning of his career. One of the most striking features of Chalayan shows is the transformation of pieces. Whether from technological resources or diverse experiments, their collections are marked by the presence of conceptual costumes, which contribute to discussion in the area between fashion, architecture and design and their possible intersections.

Keywords:fashion - architecture - design - intersections - transformation

Resumen: Este artículo tiene como objetivo analizar las colecciones Between, Afterwords y One Hundred and Eleven, de Hussein Chalayan, inspiradas en el tema: desplazamiento y nomadismo. Temas explorados por el creador desde el comienzo de su carrera. Una de las características más llamativas en los desfiles de Chalayan es la transformación de piezas. Ya sea por recursos tecnológicos o por diversos experimentos, sus colecciones están marcadas por la presencia de trajes conceptuales, que contribuyen a la discusión en el área entre moda, arquitectura y diseño y sus posibles intersecciones.

Palabras clave: moda - arquitectura - diseño - intersecciones - transformación


Maria Cecília Amaral é paulista, tem 31 anos, estuda mestrado em Artes Cênicas, com foco em Cenografia e Figurino, na Universidade de São Paulo. Sua pesquisa investiga os processos de criação dos figurinos nos espetáculos da Companhia Mungunzá de teatro. É bacharel em moda pela Universidade Anhembi Morumbi, pós graduada em Cenografia e Figurinos pelo Centro Universitário Belas Artes e em arte educação pela FAINC - Faculdades Integradas do Coração de Jesus. Atua como figurinista e é membro do Núcleo de Pesquisa de Traje de Cena, Indumentária e Tecnologia. Também é professora de figurino do Programa Pontos MIS, desde 2018. A correspondência sobre este artigo deve ser enviada para Maria Cecília Amaral para o E-mail: mariaceciliamaral@gmail.com


Hussein Chalayan: intersecções entre moda, arquitetura e design fue publicado de la página 294 a página297 en Actas de Diseño - N° 36

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